Aristóteles era um daqueles tipos, que andava quase sempre de cabeça no ar, perdido nos seus intricados pensamentos, suscitando-se questões, dilemas, teoremas e coisas complicadas daquelas realmente complexas, até ao dia, porque há sempre um dia, que não raras vezes é de noite, regressou a casa, suspenso nas suas cogitações, levitando nos seus pensamentos, entrou no quarto, enquanto a sua mulher fazia o amor com outro homem! Porque Aristóteles não era moço que gostasse de incomodar os outros, foi dormir para o sofá da sala!
Pequenas estórias em ambiente jurídico, para ler, talvez pensar, quiça sorrir...
Thursday, April 28, 2011
Caso 63
Aristóteles era um daqueles tipos, que andava quase sempre de cabeça no ar, perdido nos seus intricados pensamentos, suscitando-se questões, dilemas, teoremas e coisas complicadas daquelas realmente complexas, até ao dia, porque há sempre um dia, que não raras vezes é de noite, regressou a casa, suspenso nas suas cogitações, levitando nos seus pensamentos, entrou no quarto, enquanto a sua mulher fazia o amor com outro homem! Porque Aristóteles não era moço que gostasse de incomodar os outros, foi dormir para o sofá da sala!
Caso 62
Wednesday, April 20, 2011
Caso 61
Wednesday, April 06, 2011
Caso 60
Caso 59
Caso 58
- O capital social é de 3.050€ (três mil Euros), assim distribuído: XPTO, S.A., sociedade em comandita simples, subscreveu 1.000€; Vasco e Diana, casados no regime de comunhão geral de bens, subscreveram 1.000€; e Daniel, o filho menor de Vasco e Diana, subscreveu 50€;
- Para pagar a entrada de cada um, a XPTO, S.A. apenas pagou metade do valor no momento da celebração do contrato (tendo ficado uma cláusula no contrato segundo a qual o restante seria pago no prazo de 3 anos).
- Cada sócio só é responsável pelo montante da sua entrada na sociedade
- Podem ser exigidas aos sócios prestações suplementares até ao montante de 2.000€
Thursday, February 24, 2011
Caso 57
Caso 56
Caso 55
Friday, May 21, 2010
Caso 54
Pipi das meias baixas, caso tivesse dentes, teria um sorriso lindo de morrer e, estou profundamente convencido, que após algumas plásticas e lipoaspirações, teria um corpinho de sereia e um rosto de anjo, uma espécie de beleza campestre e serena, valorizando aquilo que realmente importa, ou seja, a aparência. É um segredo, mas estou certo que os meus bons alunos não vão contar a ninguém e desculpar a inconfidência deste que vos massacra, que Pipi era uma tarada imaculada, que sonhava acordada com homens, mas sem coragem de se entregar às múltiplas paixões.
Quando assistiu à promulgação da Lei do Casamento entre duas pessoas do mesmo sexo, quis sentir-se moderna e decidiu ser homossexual; foi à net e comprou uma lingerie amarela, que usou durante quatro dias, para depois se fartar, pelo que a quer devolver. Decidiu fazê-lo quando na sua porta bateu Carlos Queiroz, que após o desastre do Mundial, dedicou-se a vender aspiradores ao domicílio, bem como filmes em DVD. Pipi comprou ambos os produtos, mas após ver o filme e experimentar o aspirador, quis desistir de ambas as vendas e poupar dinheiro para ir estudar para a Estig no próximo ano lectivo, uma vez que se apaixonou por um aluno (ou aluna) de gestão de empresas.
Por falar em alunos de gestão de empresas, recordo que o limite de páginas para este caso prático é de CINCO e que o caso de recuperação será no fim-de-semana seguinte após saírem as notas; recordo ainda que irei dar uma aula suplementar antes do teste, em data a combinarmos. Aproveito ainda para me despedir de vocês, desejar sucesso profissional e, sobretudo, que lutem todos os dias para serem obscenamente felizes.
Por falar em felicidade, não vos contei mais conto agora, que Pipi ficou grávida ao assistir ao filme em DVD que comprou ao Carlos Queiroz. Ficou tão feliz, que resolveu emitir um titulo de crédito onde ordenava ao Jorge Jesus que pagasse no dia 30 de Setembro, uma quantia a determinar ao GuiGui (do caso de recuperação); GuiGui, jovem perverso e cheio de maldade, não apenas colocou o dobro do valor combinado, como transmitiu o título à Jacobina do primeiro caso prático, tendo Marilu garantido o pagamento do mesmo. Esta, que não tinha estudado esta matéria, transmitiu-o a Etelvina – menor de idade – que depois o passou a um açoriano sensual de nome Jenivaldo. Este, confuso com tantos nomes estranhos, quer que o titulo lhe seja pago esta semana, de forma a pagar umas férias ao professor de Direito. Mas Jenivaldo não percebe nada desta matéria: ajude Jenivaldo a fazer alguém feliz!
Friday, April 16, 2010
Caso 53
Chamava-se Jacobina e era quase bonita! Admito que este quase seja optimismo deste sádico que vos escreve, mas já dizia o poeta cego, que a única beleza que conta é o interior! Jacobina era filha do pai e curiosamente também filha da mãe e devia o nome a uma paixão ressabiada do seu pai no Nordeste brasileiro, onde um amor perdido viajava sempre com ele na lembrança.
Não sei se comentei com o meu bom discente, mas Jacobina em petiza quase morreu afogada na banheira; por isso, desenvolveu em si um trauma complicado, que a fazia temer a água e a higiene, apenas tomando banho de meses a meses, quer precise ou não! Mas tirando esse pequeno problema do mau cheiro, até era uma menina atractiva, praticamente o sonho de nora para qualquer sogra.
Quando Jacobina fez 18 anos, foi dia do seu aniversário! Nessa mesma noite, fugiu de casa, perseguindo o amor da sua vida, Anacleto, que era um daqueles gajos, que o meu bom aluno está mesmo a ver como é! Para se sustentar, Anacleto dedicava-se a comprar e roubar gado, que depois vendia em Feiras e Mercados, bem como através de leilões na net; até ganhava bem, mas gastava tudo em mulheres e bebida! Até que ao dia que ficou impotente, o que é irrelevante para este caso prático.
Realmente pertinente é informar os meus ansiosos e trabalhadores alunos, que Jacobina dedicava-se a organizar à actividade cinegética, organizando excursões para caçar animais em Angola. Para se identificar usava a expressão “gosto mais de caçar que ser casada” e para identificar o local onde exercia a actividade a expressão “A bela adormecida”. Porque tinha dentro de si uma anarquista, não se deu ao trabalho de cumprir nenhuma outra imposição legal.
O negócio estava a correr bem, excepto quando corria mal, o que acontecia amiúde, excepto naqueles outros períodos onde até corria excepcionalmente bem; até ao dia em que lhe morreu um tia daquelas muito velhas e lhe deixou algum dinheiro de herança.
Uma vez que era empreendedora e tinha em si o bicho da empresarialidade, com o dinheiro da velha, comprou a empresa de Pablo Cardoso, que se dedicava a vender bolos regionais alentejanos, para enorme tristeza do senhorio, que não foi informado e há anos ambicionava ficar com aquele estabelecimento. Nunca tinha pensado nesta actividade, mas fez um excelente negócio, porquanto Pablo Cardoso ia dois anos para a Republica Checa e tinha pressa em vender. A grande dúvida de Jacobina, era que nome dar aos bolos que vendia, pelo que, pedia ajuda a uma pessoa do 1º ano do curso de gestão de empresas, com quem ela tinha um caso amoroso, sobre a melhor designação para os seus produtos: Bennetton, Madeirenses ou Dancake.
Quid Juris
Tuesday, July 14, 2009
CASO 52

Como todos os anos, comprava as sardinhas à bela Inês, que tinha a fama de ter o mais belo bigode de todo o Algarve; tatuagem a dizer Angola e Moçambique década de 90, sempre vestida de amarelo florescente, era quase bonita e quase sensual, considerada a melhor peixeira do Barlavento e Sotavento.
Neste dia Inês estava orgulhosamente feliz: Mário tinha-a pedido em casamento e a cerimónia ia ser na próxima semana, numa Igreja perto de si! O vestido era amarelo, obviamente e, era tão bonito, que Mário quis casar com um igual.
Na sua actividade Inês era conhecida como A peixeira do Povo e a sua loja tinha o nome “ai carapau”.
No dia do casamento, Inês contou aos convidados a razão pela qual tinha convencido Mário a casar com ela: estava grávida de cinco meses, após uma loucura de Carnaval, em que Inês se tinha mascarado de zezé camarinha, tendo desta forma conquistado o homem que sempre amou perdidamente!
Quando Inês viu o preço das fraldas, decidiu ampliar a sua actividade, com medo de deixar de conseguir pagar as suas contas após o nascimento do filho. Para isso, comprou a peixaria do Vasquinho da Anatomia, sem que nenhum dos dois comunicasse o negócio a Bia Xica, proprietária do imóvel e que acalentava o sonho de ser peixeira!
Bia Xica ao saber do negócio, não disse “lol”, antes pelo contrário: ficou desesperada!
Quid Juris
Friday, July 10, 2009
Caso 51
Aborrecida em casa, sem nada para fazer, ligou para uma loja de decoração e chamou-os a sua casa, porque queria mudar as cortinas de todos os quartos da habitação. Gostou muito das amostras que lhe mostraram e encomendou o tecido. Dois dias depois de receber a encomenda, quis desistir, porque achou que o amarelo estava fora de moda e pretendia decorar toda a casa com roxo. Com bolinhas amarelas, para ser igual a um biquíni da prima!
Para o fazer ligou a sua internet e começou a pesquisar sites de decoração: optou por comprar em www.maisquecincopaginasmato-os.mesmo as cortinas que desejava. Mais uma vez mudou de ideias, e vinte dias depois devolveu as mesmas, porquanto no documento que imprimiu estava escrito que o direito de resolução era por 21 dias!
Bia Xica namorada há cinco longos anos com Zé Tuga, um mulherengo de primeira, que a traia com todos os homens da vizinhança, especialmente os que estudavam gestão de empresas ou que tinham esposas e namoradas neste curso! (tentou professores do curso, mas não teve sorte!).
Zé Tuga dedicava-se à importação de pirilampos, directamente de um sítio longínquo onde há muitos bichos destes. Porque pediu uma enorme quantidade e o importador não sabia se conseguia reunir todos, enviou-lhe um título de crédito sem que o valor estivesse inscrito no título, através do qual Zé Tuga prometia pagar a quantia a determinar, ao Importador XicoJoseph. Este, carenciado de dinheiro, colocou no título um valor acima do acordado e passou o mesmo ao seu compincha, ManuelSon; receoso, este voltou a passa-lo, sem nunca o assinar, a Lolito, que apenas o aceitou após JosephManeli, garantir o seu pagamento.
No dia do vencimento, ninguém quer pagar o título e alegam que o obrigado a pagar é o prof. de Direito, para aprender a não chatear as pessoas com casos práticos com nomes estranhos!
Friday, July 03, 2009
Caso 50
Mas o Aurélio não se importava com detalhes de olfacto: era tremendamente apaixonado por ela e mesmo quando ela lhe batia, ele chorava sem se queixar!
Para a agradar Aurélio, comprou-lhe no site www.norecursovoltamcátodos.ehehe uma viagem de férias de um semana para o Egipto, cuja partida seria no dia seguinte, bem como um ar condicionado portátil .
No dia que lhe ia oferecer as prendas, foi prendado com a prova provada do adultério da Xica Bia, apanhando-a a fazer coisas que por pudor não descrevo aos meus alunos, com o tresloucado do Xico Tuga. Cego de ciúmes e raiva quando recusaram a sua proposta de se juntar a eles, Aurélio foi para casa e bebeu duas garrafas de Vinho dos Grous, Tinto, Reserva de 2006.
Três dias depois, após passar a dor de cabeça e sensação de rolha na boca, quis devolver as prendas, tendo o site recusado!
Aurélio regressou ao trabalho! Ligou o computador, falou no msn, foi a sites de futebol e blogues de desenhos animados até que recebeu a visita da empresa Chato do Prof. que vendia morangos sem chantilly. Encantado, apressou-se a comprar todas as existências da empresa, para apenas três dias depois perceber que não podia pagar o preço.
O pagamento foi feito com base num titulo de crédito através do qual Aurélio se obrigava a pagar um quantia a determinar, no dia 30 de Setembro à empresa Chato do Prof. Um dos dois gerentes desta empresa, após colocar um valor acima do combinado, passou o titulo a Hermenegildo, que por sua vez o transmitiu a Genoveva, após Cornélia garantir o pagamento da mesma. Na data do vencimento, Aurélio fugiu para Espanha com um aluno de gestão de empresas, onde viveram felizes para sempre, eternamente apaixonados, durante quase dois meses!
Quid Juris
Wednesday, July 01, 2009
Caso 49

Ainda por cima estava um daqueles dias de tanto calor, que por mais desodorizante que se use, por mais perfume que se coloque, fica sempre um odor desagradável debaixo das braços!
Cinderela tinha dois sonhos: um deles era envenenar as filhas da madrasta e o outro era comprar um computador portátil daqueles muito pequenos, (tão pequenos que não se conseguem ver as letras) para o poder esconder das “manas” que passavam o tempo na Internet a procurar namorados.
Conseguiu arranjar o dinheiro a lavar escadas no Bairro onde morava e, quando juntou a quantia necessária, foi à Borten e conseguiu comprar um computador, cujo preço de venda ao público era inferior ao preço de custo!
Como lhe sobrou dinheiro, aproveitou o convite da sua intima amiga Branca de Neve e foi a casa dela, onde estavam a fazer uma reunião na qual se vendiam produtos. Comprou o que pensava necessitar mas, mal chegou a casa percebeu que tinha gasto mais do que podia, pelo que chorou desesperada sem saber como podia terminar aquele contrato!
Como estava deprimida e com um terrível cheiro debaixo dos braços, porquanto tinha passado todo o dia a passear na cidade de Beja em pleno mês de Julho, ligou a Internet e foi comprar algo, de forma a ficar menos deprimida!
Depois de muito pesquisar, comprou uma bimba, que é uma espécie de máquina de cozinha para quem não sabe ou não gosta de cozinhar! Para fazer o pagamento da mesma, enviou ao vendedor um cheque com data de 09 de Setembro. Recebeu a máquina, mas ficou terrivelmente desiludida, quando constatou que a máquina era inapta para triturar órgãos humanos: por essa razão, apressou-se a devolver a máquina e a exigir o dinheiro de volta, apesar de ter assinado um contrato onde renunciava ao direito de livre resolução.
O vendedor – O senhor Bimbo – não apenas não devolveu o cheque, como o endossou ao António, que por sua vez o endossou ao Bento, que exigiu o aval de Carlos. Cinderela devia ter ficado preocupada, mas não ficou! Afinal ela tinha roubado o cheque à madrasta e falsificado a assinatura desta…
Quid Juris
Friday, April 17, 2009
Caso 48

Era de noite mas podia perfeitamente ser de dia. Ou se calhar até era de dia e eu estou a confundir e digo que tudo isto se passou de noite. Como se fosse relevante ser de noite ou de dia, de dia ou de noite!
Xica Bia continuava de coração partido, depois das sevícias do italiano com cara de anjo e mente de demónio, desiludida com os homens e a vida, mas carregando consigo a determinação dos audazes! Depois de cumpridos todos os prazos legais relacionados com as suas fracassadas anteriores experiências, depois de lhe ser permitido dedicar-se livremente ao comércio, Xica Bia começou a magicar novas actividades a que se pudesse dedicar!
O primeiro passo foi procurar dentro de si as suas melhores qualidades, aquilo que podia fazer excepcionalmente bem, melhor do que a maioria das pessoas! E descobriu dois talentos: apaixonar-se pelo homem errado e cozinhar!
Escolheu dedicar-se à segunda! Com o dinheiro de uma herança, comprou um imóvel e instalou lá uma pizzaria a que chamou MassDonald`s, sendo que para identificar os seus produtos escolheu a denominação Soraia Chaves.
O negócio correu muitíssimo bem, até ao dia em que começou a correr muitíssimo mal! Tudo por culpa do padeiro. Xica Bia encantou-se com as mãos que moldavam o pão, perdeu-se nos encantos daquela farinha, entregou o seu coração e quando percebeu o padeiro fugiu com toda a “massa” dela, deixando-a irremediavelmente cheia de dívidas. Para as pagar, ainda vendeu a pizzaria a Ambrósio – que pretendeu mudar de vida, depois de anos e anos a servir bombons à senhora -, sendo que, o negócio foi feito oralmente na mesma noite em que o padeiro fugiu, sem que do mesmo se tenha informado ninguém.
Mas nem o dinheiro da venda salvou Xica Bia da insolvência. Arruinada tomou duas decisões: concorrer às próximas eleições autárquicas e dedicar-se à produção de ovelhas, que iria vender no Mercado Municipal.
Thursday, April 16, 2009
Caso 47
Xica Bia estava profundamente deprimida, triste consigo, com a sua vida, com as suas escolhas erradas. Tinha abandonado tudo para lutar pelos caminhos que o seu coração ordenou, mas rapidamente constatou que o coração é um músculo perverso e enganador, que adora pregar-nos partidas. Xica Bia tinha lutado contra todos os moinhos de vento do seu pequeno mundo e depois de todo o esforço concluiu que o amor que sentia por Bruno era fruto da sua imaginação. Mas nunca culpou Bruno: afinal ele não tinha culpa de ser como era…
Xica Bia deixou a sua vida, tal como a conhecia, para trás. Mudou de cidade, de amigos e de corte de cabelo. Até a roupa mudou. Quase toda!
Para sobreviver resolveu dedicar-se a fazer e vender colares artesanais, que vendia às mais vaidosas alunas de Gestão de Empresas, bem como a um aluno que as usava escondidas! Mas Xica Bia desejava mais da sua vida!
Dirigiu-se ao Centro de Emprego, perscrutou as oportunidades e decidiu aventurar-se numa agência matrimonial, procurando colocar em contacto almas gémeas, organizando também as festas de casamento!
Para se identificar escolheu a designação a Xica Casamenteira e para designar o local onde exercia esta actividade escolheu o nome Soraia Chaves, em homenagem à conhecida actriz.
Durante quase um ano foi feliz a realizar esta actividade. Até que o seu tonto coração lhe pregou mais uma rasteira e Xica Bia apaixonou-se estupidamente por Paolo, um italiano com cara de mau, corpo cheio de músculos, lindo e inútil, sensual mas abusador de mulheres. Bastaram seis dias para Xica Bia decidir largar tudo e seguir viagem com ele, sem rota, sem destino, vivendo da paixão e do acaso. Para ganhar dinheiro, contratou com Felismina, ficando esta durante um ano com a agência, contrariamente à vontade expressa do senhorio de Xica Bia.
Mas as coisas correram igualmente de forma trágica na agência, porquanto Felismina queria para si todos os candidatos. Ano e meio depois do negócio, a agência só dava prejuízos. O que levou Xica Bia a arrendar uma loja e dedicar-se ao comércio de fruta!

